quarta-feira, 24 de abril de 2013

Capítulo 3- Para pegar a Estrada

Carol foi encarregada de levar tudo o que poderia servir como arma: Facas, Martelos, Tacos de baseball, etc.
                    
Ela pegou o que pôde.

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Brenda não precisava levar nada. Pois estava muito ocupada com a sua mãe. Ela chegou rápido em BH, e parou no primeiro hospital que viu.
Aquele lugar estava lotado! Mas ela logo achou um canto para a sua mãe.
Brenda- Oooi! Socorroo! podem ajudar a minha mãe? Por favor?! Ela está sangrando muito!
Enfermeira- Ooi! Calma, já vou levá-la lá pra dentro.
Elas entraram em um dos quartos, onde havia mais uns 5 feridos lá.
Enfermeira- Conte o que houve.
Brenda- Ela foi atacada!
Enfermeira- Meu Deus! Mais uma!
Brenda- Me ajuda por favoor! - E entrou em prantos.
Enfermeira- Calma. Eu faço o que posso. Mas se ela foi mordida...
Brenda- O que?
Enfermeira- Estamos sacrificando todos os infectados.
Brenda- eu trouxe a minha mãe para ela ser salva e você me diz que terá que matar ela?! O que é isso?
Enfermeira- Se ela ficar viva, ela vai se transformar em um deles, e pode machucar pessoas...
Brenda- Ela também foi machucada! Ela tem que ser curada!
Enfermeira- Isso não tem cura! A unica cura é a morte!
Brenda- Isso não é cura!
Enfermeira- É o melhor a ser feito! Será menos dolorido pra ela! E pra você também!
Brenda- Como?!
Enfermeira- Ela se tornará um deles, e tentará matar a você ou outra pessoa que você ama. E você mesma terá que fazer isso.
Brenda só soube chorar depois daquilo. Disse à enfermeira que iria esperar até que suas amigas chegassem para tomar a decisão. E ficou ali, olhando para sua mãe. Dizendo a ela o quanto a amava. Ela estava inconsciente. Não poderia a ouvir, mas mesmo assim ela queria agradecê-la por tudo...

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Lari foi encarregada de levar a comida. O máximo possível. Ela e a familia dela juntou tudo o que conseguiram e seguiram para MG.

Foram com um caminhão para caber tudo. Não foi difícil, já que seu pai era caminhoneiro.

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Milly e seu pai foram encarregados de levar os remédios e curativos. Seu pai era médico então não foi dificil. E ele também iria ajudá-las.

Levaram tudo o que podiam.

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Rê demorou para sair de casa. Ainda não havia caido a ficha dela. Ela não acreditava naquilo tudo. Era muito surreal. Ela falou com a mãe dela e elas começaram a se arrumar para sair. Rê foi tomar um banho, ainda não acreditando que poderia ser seu ultimo. Sua mãe foi preparar uma comida para a viagem. Rê ficou encarregada de levar coisas para distração: jogos, som, etc. Ela começou a pegar tudo quando ouviu gritos e batidas.
Rê- Mãe?!
E desceu correndo para ver o que estava acontecendo.
  Sua mãe estava enfiando uma chave de fenda na cabeça de um zumbi.

Ela não conseguia acreditar no que estava vendo. Mas não havia tempo para pensar. Ela precisava agir. E Rápido...

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