quinta-feira, 23 de maio de 2013

Capitulo 6- À procura de Segurança

Rê estava chegando, ela ainda pensava muito no seu pai. Agora só pensava em proteger a sua mãe. Ela virou a esquina e entrou na rua do Hospital. As meninas viram o carro dela e já pularam de felicidade, já estavam pensando no que poderia ter acontecido com ela. Mas ainda bem, ela estava bem.

Carol- Ai que bom que você está bem amiga!
Rê- É né.
Brenda- Peraí, cadê o seu pai??
Milly- Vishh!
Lari- Ain amiga! - E abraçou Rê, com todas as suas forças.

Rê abaixou a cabeça, e deu um abraço na mãe. Como se fosse o último de suas vidas. E quem garantia que não era?

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Neymar não sabia para onde seguir. Em todos os lados que olhava haviam várias daquelas criaturas. Até que ouviram um grito.

-Esperem!- Disse a voz. E era uma voz conhecida.

Ao olhar para trás viram Rafael (goleiro do Santos) correndo atrás do carro, e dezenas de zumbis atrás dele.



Eles deram meia volta para buscar o companheiro, mas antes que pudessem o alcançar, ele foi devorado.
Rafaella ficou abismada. Sem palavras, completamente imóvel. Carolina começou a chorar mais do que já estava. Davi ,mesmo sem entender o que estava acontecendo, começou a engolir o choro ao ver as lágrimas de sua mãe. Bruna desmaiou por 10 segundos e despertou chorando. Nadine começou a orar, e Neymar pai não sabia se as consolava ou procurava uma solução.

Os três carros pararam em uma estrada deserta para decidir para onde seguir. Era difícil para todos. Estavam em choque. Não conseguiam parar para raciocinar. Mas precisavam parar, e pôr tudo no lugar.

Neymar- E agora?
Carolina- Eu não sei o que falar.
Gui- Devemos achar um lugar seguro.
Bruna- AvÁ!
Nadine- Agora não é hora de brincadeira Bruna. Ele está certo.
Neymar Pai- Devemos procurar manter o Davi seguro. É o mais importante.
Jota - Concordo.
Gil- Devemos seguir pelo litoral, em direção ao sul.
Rafaella- Por que pelo litoral? Não é de lá que eles estão vindo?
Gil- Sim, mas eles estão seguindo para o centro do continente, para dominar tudo. Então..
André (interrompeu)- Então o litoral vai ficar deserto. E o sul fica mais longe do Japão.
Gustavo- Agora eu entendi.
Neymar- Concorda pai?
Neymar Pai- Plenamente.

Então foi assim. Eles deram meia volta e seguiram para o litoral. Achariam um lugar seguro para passar a noite e depois seguiriam para o sul.

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As meninas estavam sentadas na praça central de BH. Também decidiam para onde seguir a partir dali.

Lari- Então para onde iremos agora?
Milly- Acho melhor darmos um tempo por aqui.
Brenda- Tá doida? Falta pouco para essa cidade ser tomada também.
Rê- Falta pouco para o mundo ser tomado. Aqui ou ali, tanto faz.
Carol- Eu concordo com a Lari.
Iago- Eu tô com fome!
Pai da Milly (Diego)- Vamos para o centro, deve haver algum lugar vazio que podemos ocupar até eles chegarem aqui.
Mãe da Lari (Fernanda)- Isso, nós temos comida no carro.
Pai da Lari (John)- Então vamos.

E eles encontraram uma casinha velha, vazia e entraram para terem uma refeição ali.

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Ao chegar no litoral de Santos eles tiveram o susto. Haviam milhares de zumbis saindo do mar, e com certeza a ideia de ir para o litoral era péssima. Mas eles já estavam no meio daquele caos. Não havia saída, os zumbis já tinham cercado os carros. Carol começou a gritar. Rafaella abraçou o DL. O Júnior tetava pensar em um modo de sair dali, mas mesmo que derrubassem vários, não conseguiam acabar e figir de todos. A única esperança seria uma ajuda de alguém de fora. Mas quem estaria ali? Alguém vivo? Como?
Mas o inesperado aconteceu. De repente um furgão entrou correndo naquela roda de zumbis.



Uma garota estava pendurada na janela, com um fuzil atirando em todas as criaturas que cercavam os carros, abrindo assim uma passagem entre eles onde os carros puderam sair e dar meia volta. E o furgão dela foi atrás.

-Aceleraa! - Ela gritou para eles.

Eles mesmo sem entender obedeceram. Por que não obedeceriam? Era a única opção.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Capitulo 5- O encontro

Seu pai estava sendo devorado. Sua mãe começou a chorar. Rê sabia que não havia mais esperanças para ele, mas tentou ajudá-lo, começou a levantá-lo, mas ele disses suas ultimas palavras:

"Vão, me deixem. Vocês precisam ficar seguras. Amo vo..."

Rê, com lágrimas nos olhos. Pôs tudo o que havia juntado no porta-malas do carro rapidamente, e pegou a estrada com a sua mãe. Sua mãe estava em prantos. Mas elas precisavam se salvar, talvez até achar um lugar seguro...

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Carol foi a primeira a chegar. Encostou o carro em frente ao hospital e entrou. Aquele lugar estava lotado,

Ela teve que enfrentar a multidão e procurar a Brenda. Ela estava preocupada com todas as meninas, mais do que com sua própria família. Não sabia se isso era certo. Mas ela não pensava nisso, apenas sentia.

Brenda- Ai amiga!

Carol abraçou ela. Foi uma emoção muito grande, pois as duas nunca tinham se visto antes. E Brenda sempre teve uma queda pela Carol. Sim, ela era lésbica. Mas não gostava de falar sobre isso.

Carol- Como está a sua mãe?
Brenda começou a chorar.
Carol- Ela morreu?!
Brenda- Não amiga. Mas, ou ela morre, ou ela se tornará um deles.
Carol- Meu Deus! Querem sacrificá-la?
Brenda- Sim.
Carol- E qual é a sua decisão?
Brenda- Esperava que você me ajudasse nisso.
Carol- Quer saber o que EU faria?
Brenda- Por favor amiga.
Carol- Eu a deixava morrer agora, flor.
Brenda- Motivo.
Carol- Vai doer muito mais em você, se você prolongar isso. Se você sair com ela daqui, ela vai se tornar um deles, e alguém, talvez até nós. terá que matar ela.
Brenda- Mas dói. E muito.
Carol- Eu sei, mas é o certo a fazer. Deixe ela, e vamos embora sem olhar pra trás.
Brenda- Eu prefiro morrer junto.
Carol- Não, a vida dela acaba, mas a sua continua.
Brenda- Não vou conseguir.
Carol- Eu te ajudo gata. Vamos, estarei com você até o fim.
Brenda- Você tem razão.

Brenda foi até a sua mãe, lhe deu um beijo na testa. Sabendo que era o último, caiu uma lágrima de seu olhar. Carol a abraçou. Sua mãe já estava inconsciente pela alta febre.
Elas foram para a frente do hospital, esperar pelas outras. Para decidirem para onde iriam.

Lari já havia chegado. Logo que as viu saiu correndo e deu um abraço forte nelas.

Lari- Nossa nem acredito que realizei o meu sonho de ver vocês!
Carol- Seria melhor se não fosse desse jeito.
Brenda- Concordo.

Lari apresentou seu pai, sua mãe e seu irmão mais novo para as meninas. Eles ficaram ali conversando até alguém chegar.
E quem chegou foi a Milly. E foi aí que as meninas conseguiram rir. O carro da paty da Milly....


Carol- Eu não acredito! (risos)
Brenda- Que porra é essa?! (risos)
Lari- Oh my God! (risos)
Milly- O que foi?! (risos)
Irmão da Lari (Iago)- Que nojo!


Milly- Eu não vou passar um apocalipse zumbi sem estilo né?!
(risos) x8
 Pai da Milly (John)- Eu mereço?! (risos)
Brenda- Só falta a Rê né?
Carol- Iii Do jeito que ela é lerda?!
(risos..)

Elas nem imaginavam o que a Rê estava passando...

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Capitulo 4- Familia Em apuros

Rê precisava tomar uma atitude. Sua mãe estava correndo perigo. Onde estaria seu pai?! Ao pensar nisso, ele apareceu. Sua mãe havia conseguido matar um dos zumbis, mas haviam mais quatro. Quando seu pai chegou sua mãe estava se levantando, e não via o zumbi que estava atrás dela. Seu pai pegou um rastelo e jogou no zumbi. Que ficou com ele atravessado na cabeça. Era uma coisa assustadora para a Rê. mas ela precisava  se mexer.
Ela correu até um dos zumbis, mas ficou sem ação. O zumbi a derrubou e ela não tinha com o que bater na cabeça dele. Seu pai o arrancou de cima dela antes que ele a mordesse. Só que o zumbi foi pra cima do seu pai. Ela olhou para a mãe, mas ela estava ocupada com o outro zumbi. Ela pegou uma máquina de pregos

E descarregou na cabeça do zumbi que estava em cima de seu pai. Mas infelizmente já era tarde de mais.
           
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Era dia em que a Familia Njr. e os amigos de Neymar iriam vê-lo treinar no CT do Santos. Eles não tinham noção que aquela epidemia já havia chegado a Santos.
Eles estavam lá olhando o treino normalmente. Estava a Carol, o Davi, a Nadine, o Jota, o Neymar (pai), o Gustavo, o Gui, o Gil, o Vitor, a Rafa, e a Bruna.

Carol- Eu estou com muito medo. acho que não deviamos estar aqui.
Nadine- Calma, isso ainda tá longe menina.
Rafaella- Eu concordo com a Cah, o Davi devia estar seguro.
Gil- Iiiiiii, pára de show. Dá nada não.
Gui- Tem muito homem aqui, agente protege vocês.
Bruna- Desde quando VOCÊS protegem alguém Gui?!
Vitor- Ixi, ah não, vai deixar?! (risos)
Gustavo- Isso inclui você também, besta!
Jota- Vish, toma! (risos) Mas realmente, devemos nos preocupar.

O Neymar acabou o treino, se arrumou no vestiário e foi pegar o DL um pouco.

Ney- Eu meu preto! como você tá nenem?! (pegando o Davi no colo)
Carol- Cuidado com  o joelho dele que tá ralado.
Bruna- Ele sabe.
Vitor- Eita!
Ney- Ei minha princesa! (e foi dar um beijo na Bruna)
Bruna- Agora que você me reparou? (risos)
Carol- Ele tem um filho.
Gui- Avá!

De repente, um barulho.

Neymar (pai)- o que foi isso?!
Nadine- Deve ser alguma coisa que caiu.
Rafaella- Será ?

O André veio correndo do vestiário. Com uma cara de pânico.

Ney- O que houve?!
André- Corre pro carro! Bora, todo mundo!
Rafaella- Se você estiver brincando eu quebro a sua cara!
André- Cala a boca e corre caramba!

Todos se dirigiram a garagem, e haviam zumbis para todos os lados. Só o portão dos fundos estava livre. E eles saíram por ali. Ney, Carol, Bruna, Davi, Neymar (pai), Nadine, e Rafa foram no carro do Ney. André, Gil, Gui, e Gustavo foram no carro do André. Jota e Vitor no carro do Jota.
Eles partiram dali. Sem destino. Apenas à procura de um lugar seguro. O Davi chorava, a Carol tentava consolá-lo mas também estava em prantos. Não conseguiam pensar direito, em meio a tanto desespero.